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Equações diferenciais ordinárias

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4.1 Sistema de equações homogêneas

Nesta seção, discutimos sobre um método de solução para sistemas de EDOs de primeira ordem, lineares, com coeficientes constantes e homogêneas. Ou seja, sistema da forma

𝒚′⁢(t)=A⁢𝒚⁢(t), (4.5)

onde 𝒚⁢(t)=(y1⁢(t),y2⁢(t),…,yn⁢(t)), n>1, é o vetor das incógnitas e A=[ai⁢j]i,j=1n,n é a matriz dos coeficientes.

O método consiste em buscar soluções da forma

𝒚=𝒗⁢er⁢t, (4.6)

onde r e o vetor constante 𝒗=(v1,v2,⋯,vn) devem ser determinados.

Substituindo em (4.5), obtemos1110¯=(0,0,⋯⁢0).

r⁢𝒗⁢er⁢t=A⁢𝒗⁢er⁢t (4.7)
A⁢𝒗⁢er⁢t−r⁢𝒗⁢er⁢t=0¯ (4.8)
(A−r⁢I)⁢𝒗⁢er⁢t⏟>0=0¯, (4.9)

ou seja, temos que r e 𝒗 devem tais que

(A−r⁢I)⁢𝒗=0¯. (4.10)

Em outras palavras, r é autovalor e 𝒗 é autovetor da matriz A.

Com isso, concluímos que se r1 autovalor e 𝒗1 autovetor de A, então

𝒚1⁢(t)=𝒗1⁢er1⁢t (4.11)

é solução particular de (4.5). A solução geral tem a forma

𝒚⁢(t)=c1⁢𝒚𝟏⁢(t)+c2⁢𝒚𝟐⁢(t)+⋯+cn⁢𝒚𝒏⁢(t), (4.12)

onde 𝒚𝟏, 𝒚𝟐, …, 𝒚n formam um conjunto fundamental de soluções de (4.5), i.e. são soluções linearmente independentes.

4.1.1 Autovalores reais distintos

No caso da matriz dos coeficientes A ter apenas todos os autovalores reais e dois a dois distintos, então a solução geral de (4.5) é

𝒚⁢(t)=c1⁢𝒗1⁢er1⁢t+c2⁢𝒗2⁢er2⁢t+⋯+cn⁢𝒗n⁢ern⁢t, (4.13)

onde ri e 𝒗i é autovalor e autovetor de A respectivamente e i=1,2,⋯,n. A independência linear das soluções é garantida pelo wronskiano

W⁢(er1⁢t,…,ern⁢t;t)≠0. (4.14)
Exemplo 4.1.1.

Vamos resolver o seguinte sistema

y1′⁢(t)=−2⁢y1⁢(t)+2⁢y2⁢(t) (4.15)
y2′⁢(t)=−2⁢y1⁢(t)+3⁢y2⁢(t). (4.16)

Primeiramente, reescrevemos o sistema na sua forma matricial

𝒚′=[−22−23]⏟A⁢𝒚, (4.17)

onde 𝒚:t↦𝒚⁢(t)=(y1⁢(t),y2⁢(t)). Então, calculamos os autovalores da matriz dos coeficientes A. Para tanto, resolvemos sua equação característica

|A−r⁢I|=0 (4.18)
|[−22−23]−r⁢[1001]|=0 (4.19)
|−2−r2−23−r|=0 (4.20)
(−2−r)⁢(3−r)+4=0 (4.21)
r2−r−2=0, (4.22)
r=1±92 (4.23)
r1=−1,r2=2. (4.24)

Obtidos os autovalores, calculamos os autovetores 𝒗1 e 𝒗2. Começamos calculando o autovetor associado a r1.

(A−r1⁢I)⁢𝒗1=0¯ (4.25)
[−2−r12−23−r1]⁢[v11v21]=[00] (4.26)
[−12−24]⁢[v11v21]=[00] (4.27)
[−12|0−24|0]⁢×2←− (4.28)
[−12|000|0] (4.29)

Assim, temos

−v11+2⁢v21=0 (4.30)
v11=2⁢v21, (4.31)

donde escolhemos

𝒗1=[21]. (4.32)

Com isso, temos obtido a solução particular

𝒚1⁢(t)=𝒗1⁢er1⁢t (4.33)
=[21]e−t (4.34)

Agora, de forma análoga, calculamos 𝒗2, um autovetor associado a r2.

(A−r2⁢I)⁢𝒗2=0¯ (4.35)
[−2−r22|0−23−r2|0] (4.36)
[−42|0−21|0]⁢←−×2 (4.37)
[00|0−21|0] (4.38)
−2⁢v12+v22=0 (4.39)
𝒗2=[12] (4.40)

Com isso, temos a solução particular

𝒚2⁢(t)=𝒗2⁢er2⁢t (4.41)
=[12]e2⁢t (4.42)

De tudo isso, concluímos que a solução geral de (4.15) é

𝒚⁢(t)=c1⁢𝒚1⁢(t)+c2⁢𝒚2 (4.43)
=c1[21]e−t+c2[12]e2⁢t (4.44)

ou, ainda,

y1⁢(t)=2⁢c1⁢e−t+c2⁢e2⁢t (4.45)
y2⁢(t)=c1⁢e−t+2⁢c2⁢e2⁢t (4.46)

4.1.2 Autovalores reais repetidos

Um autovalor real duplo r da matriz de coeficientes A nos fornece duas soluções particulares para (4.5), a saber

𝒚1⁢(t)=𝒗1⁢er⁢t, (4.47)
𝒚2⁢(t)=𝒗1⁢t⁢er⁢t+𝒗2⁢er⁢t, (4.48)

onde 𝒗1 é autovetor associado a r. Para encontrar 𝒗2, substituímos 𝒚2 em (4.5), donde

𝒚2′=A⁢𝒚2 (4.49)
𝒗1⁢er⁢t+r⁢𝒗1⁢t⁢er⁢t+r⁢𝒗2⁢er⁢t=A⁢𝒗1⁢t⁢er⁢t+A⁢𝒗2⁢er⁢t (4.50)
(A−r⁢I)⁢𝒗1⁢t+(A−r⁢I)⁢𝒗2=𝒗1 (4.51)

Segue que

(A−r⁢I)⁢𝒗1=0¯ (4.52)
(A−r⁢I)⁢𝒗2=𝒗1 (4.53)
Exemplo 4.1.2.

Vamos calcular a solução geral de

𝒚′=[−1100−1−1001]⁢𝒚. (4.54)

Neste caso, temos que r1,2=−1 é autovalor duplo e r3=1 é autovalor simples da matriz de coeficientes do sistema (4.54).

Associadas a r1,2 buscamos por soluções particulares da forma

𝒚1=𝒗1⁢er1,2⁢t, (4.55)
𝒚2=𝒗1⁢t⁢er1,2⁢t+𝒗2⁢er1,2⁢t. (4.56)

Calculamos 𝒗1 resolvendo

(A−r1,2⁢I)⁢𝒗1=0¯ (4.57)
[−1−r1,210|00−1−r1,2−1|0001−r1,2|0] (4.58)
[010|000−1|0002|0] (4.59)

Com isso, podemos escolher

𝒗1=[100]. (4.60)

Determinado 𝒗1, calculamos 𝒗2 com

(A−r1,2⁢I)⁢𝒗2=𝒗1 (4.61)
[010|100−1|0002|0] (4.62)

donde escolhemos

𝒗2=[110]. (4.63)

Agora, associada a r3 temos uma solução particular da forma

𝒚3=𝒗3⁢er3⁢t, (4.64)

onde

(A−r3⁢I)⁢𝒗3=0¯ (4.65)
[−1−r310|00−1−r3−1|0001−r3|0] (4.66)
[−210|00−2−1|0000|0] (4.67)

Com isso, temos −2⁢v13+v23=0, −2⁢v23−v33=0. Ou seja, podemos escolher

𝒗𝟑=[−1−24]. (4.68)

Com tudo isso, podemos concluir que a solução geral de (4.54) é

𝒚⁢(t)=c1⁢𝒗1⁢er1,2⁢t+c2⁢(𝒗1⁢t+𝒗2)⁢er1,2⁢t+c3⁢𝒗3⁢er3⁢t (4.69)
=c1[100]e−t+c2([100]t+[110])e−t+c3[−1−24]et. (4.70)

4.1.3 Autovalores complexos

Vejamos o caso de r=λ±μ⁢i serem autovalores complexos da matriz de coeficientes do sistema (4.5). Associados, temos autovetores da forma

𝒗 =𝒗1+𝒗2⁢i, (4.71)
𝒗¯ =𝒗1−𝒗2⁢i. (4.72)

Por substituição direta, podemos verificar que

𝒖1⁢(t)=𝒗⁢e(λ+μ⁢i)⁢t, (4.73)
𝒖2⁢(t)=𝒗¯⁢e(λ−μ⁢i)⁢t, (4.74)

são soluções de (4.5). Também, verifica-se que as partes real e imaginária de 𝒖1 e u2 são soluções reais de (4.5). A fim determiná-las, usamos a fórmula de Euler222Leonhard Paul Euler, 1707-1783, matemático e físico suíço. Fonte: Wikipédia: Leonhard Euler., calculamos

𝒖1=(𝒗1+𝒗2⁢i)⁢e(λ+μ⁢i)⁢t (4.75)
=(𝒗1+𝒗2i)eλ⁢t[cos(μt)+isen(μt)] (4.76)
=eλ⁢t[𝒗𝟏cos(μt)−𝒗2sen(μt)] (4.77)
+i⁢eλ⁢t⁢[𝒗𝟏⁢sen⁡(μ⁢t)+𝒗2⁢cos⁡(μ⁢t)]. (4.78)

De forma análoga, verifica-se que 𝒖1=𝒖2¯. Ou seja, as partes reais e imaginárias de 𝒖1 e 𝒖2 são

𝒚1⁢(t)=eλ⁢t⁢[𝒗𝟏⁢cos⁡(μ⁢t)−𝒗2⁢sen⁡(μ⁢t)], (4.79)
𝒚2⁢(t)=eλ⁢t⁢[𝒗𝟏⁢sen⁡(μ⁢t)+𝒗2⁢cos⁡(μ⁢t)], (4.80)

as quais são soluções linearmente independentes, particulares de (4.5).

Exemplo 4.1.3.

Vamos calcular a solução geral de

𝒚′=[11−11]⁢𝒚. (4.81)

Começamos calculando os autovalores associados a matriz de coeficientes do sistema (4.81). Podemos fazer isso como segue

|A−r⁢I|=0 (4.82)
|1−r1−11−r|=0 (4.83)
(1−r)2+1=0 (4.84)
r2−2⁢r+2=0 (4.85)
r=1±i (4.86)

Um autovetor associado a r=1+i pode ser obtidos resolvendo-se

(A−r⁢I)⁢𝒗=0¯ [1−r1|0−11−r|0] (4.87)
[−i1|0−1−i|0]⁢×i←+ (4.88)
[−i1|000|0] (4.89)
−i⁢v1+v2=0. (4.90)

Com isso, podemos escolher o autovetor

𝒗=[1i] (4.91)
=[10]⏟𝒗1+i[01]⏟𝒗2 (4.92)

Desta forma, identificamos as soluções particulares

𝒚1⁢(t)=et⁢{[10]⁢cos⁡(t)−[01]⁢sen⁡(t)} (4.93)
𝒚2⁢(t)=et⁢{[10]⁢sen⁡(t)+[01]⁢cos⁡(t)} (4.94)

Concluímos que a solução geral de (4.81) é

𝒚⁢(t)=c1⁢𝒚1⁢(t)+c2⁢𝒚2⁢(t) (4.95)
=c1et{[10]cos(t)−[01]sen(t)}
+c2⁢et⁢{[10]⁢sen⁡(t)+[01]⁢cos⁡(t)} (4.96)

4.1.4 Exercícios resolvidos

ER 4.1.1.

Resolva o seguinte PVI

𝒚′=[−311−3]⁢𝒚, (4.97)
𝒚⁢(0)=[−11] (4.98)
Resolução.

O primeiro passo é encontrar a solução geral de

𝒚′=[−311−3]⁢𝒚. (4.99)

Para tanto, calculamos os autovalores da matriz dos coeficientes.

|A−r⁢I|=0 (4.100)
|−3−r11−3−r|=0 (4.101)
(−3−r)2−1=0 (4.102)
r2+6⁢r+8=0 (4.103)
r1=−4,r2=−2. (4.104)

Então, buscamos por autovetores associados.

(A−r1⁢I)⁢𝒗1=0¯ (4.105)
[11|011|0] (4.106)
v11+v21=0 (4.107)
𝒗1=[1−1] (4.108)
(A−r2⁢I)⁢𝒗2=0¯ (4.109)
[−11|01−1|0]⁢×1←+ (4.110)
[−11|000|0] (4.111)
−v12+v22=0 (4.112)
𝒗2=[11] (4.113)

Com isso, temos a solução geral da EDO dada por

𝒚⁢(t)=c1⁢𝒗1⁢er1⁢t+c2⁢𝒗2⁢er2⁢t (4.114)
=c1[1−1]e−4⁢t+c2[11]e−2⁢t. (4.115)

Agora, aplicamos a condição inicial.

𝒚⁢(0)=[−11] (4.116)
c1⁢[1−1]+c2⁢[11]=[−11] (4.117)
[11|−1−11|1]⁢×1←+ (4.118)
[11|−102|0] (4.119)

Segue que

c1+c2=−1 (4.120)
2⁢c2=0 (4.121)

donde, c1=−1 e c2=0.

Concluímos que a solução do PVI é

𝒚⁢(t)=[−11]⁢e−4⁢t. (4.122)
ER 4.1.2.

Calcule a solução geral do seguinte sistema

y1′=−y1+2⁢y2 (4.123)
y2′=−2⁢y1−y2+y3 (4.124)
y3′=−y3+y4 (4.125)
y4′=−y4 (4.126)
Resolução.

Vamos reescrever o sistema na sua forma matricial.

𝒚′=[−1200−2−11000−11000−1]⁢𝒚 (4.127)

Calculamos os autovalores da matriz dos coeficientes.

|A−r⁢I|=0 (4.128)
|−1−r200−2−1−r1000−1−r1000−1−r|=0 (4.129)
r4+4⁢r3+10⁢r2+12⁢r+5=0 (4.130)

Resolvendo esta equação característica, obtemos os autovalores r1,2=−1 e r3,r4=−1±2⁢i.

  1. a)

    r1,r2=−1:

    Soluções particulares associadas.

    𝒚1=𝒗1⁢er1,2⁢t, (4.131)
    𝒚2=𝒗1⁢t⁢er1,2⁢t+𝒗2⁢er1,2⁢t (4.132)

    O vetor 𝒗1 é autovetor associado a r1,2.

    (A−r1⁢I)⁢𝒗1=0¯ (4.133)
    [0200|0−2010|00001|00000|0] (4.134)
    𝒗1=[1020] (4.135)

    O vetor 𝒗2 é calculado como segue.

    (A−r1,2⁢I)⁢𝒗2=𝒗1 (4.136)
    [0200|1−2010|00001|20000|0] (4.137)
    𝒗2=[11222] (4.138)
  2. b)

    r3,r4=−1+2⁢i:

    Soluções particulares associadas.

    𝒚3=e−t⁢[𝒗𝟑⁢cos⁡(2⁢t)−𝒗4⁢sen⁡(2⁢t)] (4.139)
    𝒚4=e−t⁢[𝒗𝟑⁢sen⁡(2⁢t)+𝒗4⁢sen⁡(2⁢t)] (4.140)

    Os vetores 𝒗3 e 𝒗4 são, respectivamente, as partes real e imaginária de autovetor associado a r3 ou r4. Usando r3 e denotando o autovetor por 𝒗, calculamos como segue.

    (A−r3⁢I)⁢𝒗=0¯ (4.141)
    [−2⁢i200|0−2−2⁢i10|000−2⁢i1|0000−2⁢i|0] (4.142)
    𝒗=[1i00]=[1000]⏟𝒗𝟏+i⁢[0100]⏟𝒗2 (4.143)

De tudo isso, temos a solução geral

𝒚⁢(t)=c1⁢𝒚1⁢(t)+c2⁢𝒚2+c3⁢𝒚3⁢(t)+c4⁢𝒚4 (4.144)
=c1[1020]e−t
+c2⁢{[1020]⁢t+[11222]}⁢e−t
+c3⁢{[1000]⁢cos⁡(2⁢t)−[0100]⁢sen⁡(2⁢t)}
+c4⁢{[1000]⁢sen⁡(2⁢t)+[0100]⁢cos⁡(2⁢t)} (4.145)

ou, equivalentemente,

y1⁢(t)=c1⁢e−t+c2⁢(t+1)⁢e−t
+c3⁢cos⁡(2⁢t)+c4⁢sen⁡(2⁢t) (4.146)
y2⁢(t)=c22⁢e−t−c3⁢sen⁡(2⁢t)+c4⁢cos⁡(2⁢t) (4.147)
y3⁢(t)=2⁢c1⁢e−t+c2⁢(2⁢t+2)⁢e−t (4.148)
y4⁢(t)=2⁢c2⁢e−t (4.149)

4.1.5 Exercícios

E. 4.1.1.

Calcule a solução geral de

y1′⁢(t)=−y1⁢(t)+2⁢y2⁢(t) (4.150)
y2′⁢(t)=4⁢y1⁢(t)+y2⁢(t) (4.151)

y1⁢(t)=c1⁢e−3⁢t+c2⁢e3⁢t, y2⁢(t)=−c1⁢e−3⁢t+2⁢c2⁢e3⁢t

E. 4.1.2.

Calcule a solução do PVI

y1′⁢(t)=2⁢y1⁢(t)+y2⁢(t),y1⁢(0)=0 (4.152)
y2′⁢(t)=4⁢y1⁢(t)−y2⁢(t),y2⁢(0)=5 (4.153)

y1⁢(t)=e3⁢t−e−2⁢t, y2⁢(t)=e3⁢t+4⁢e−2⁢t

E. 4.1.3.

Calcule a solução geral de

𝒚′=[11−13]⁢𝒚 (4.154)

𝒚⁢(t)=c1⁢[11]⁢e2⁢t+c2⁢[11]⁢t⁢e2⁢t+c2⁢[−10]⁢e2⁢t

E. 4.1.4.

Calcule a solução do PVI

y1′⁢(t)=−3⁢y1⁢(t)+y2⁢(t),y1⁢(0)=2 (4.155)
y2′⁢(t)=−y1⁢(t)−y2⁢(t),y2⁢(0)=1 (4.156)

y1⁢(t)=(−t+2)⁢e−2⁢t, y2⁢(t)=(−t+1)⁢e−2⁢t

E. 4.1.5.

Encontre a solução geral de

y1′=2⁢y1−y2 (4.157)
y2′=5⁢y1−2⁢y2 (4.158)

y1⁢(t)=−c1⁢sen⁡(t)−c2⁢cos⁡(t), y2⁢(t)=(−2⁢c1−c2)⁢sen⁡(t)+(c1−2⁢c2)⁢cos⁡(t)

E. 4.1.6.

Encontre a solução geral de

y1′=y1+4⁢y2−6⁢y3 (4.159)
y2′=−y1−3⁢y2+3⁢y3 (4.160)
y3′=−y1−2⁢y2+2⁢y3 (4.161)

y1⁢(t)=−2⁢c1⁢e−t−2⁢c2⁢t⁢e−t+3⁢c2⁢e−t−2⁢c3⁢e2⁢t, y2⁢(t)=c1⁢e−t+c2⁢t⁢e−t+c3⁢e2⁢t, y3⁢(t)=c2⁢e−t+c3⁢e2⁢t


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Pedro H A Konzen
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